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sexta-feira, 12 de março de 2010

Como se produz um transgênico

Fonte: Monsanto

quinta-feira, 11 de março de 2010

Inteligencia Artificial aplicado à avicultura


O Centro de diagnóstico e pesquisa em patologia aviária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) desenvolve sistemas de inteligência artificial para avaliar as questões de sanidade da avicultura.
Associadas a outros programas de informática, as Redes Neurais Artificiais (RNA) são ferramentas computacionais que simulam o neurônio humano para geração de critérios que vão dar suporte às diversas decisões necessárias a partir das informações já disponíveis.
Com base nos dados de gerenciamento de aves reprodutoras, de corte, incubatórios, abatedouros, foi desenvolvido um modelos matemáticos com alto grau de predição de resultados. Deste modo, é possível não só predizer resultados de uma ano para outro, como também simular as possíveis soluções para um determinado problema.
De acordo com pesquisador Carlos Tadeu Pippi Salle, um dos grandes problemas dos rebanhos aviários é a presença da Escherichia coli. Com alto potencial de infecção e transferência de resistência às drogas, a bactéria pode causar doenças graves como celulite e pericardite.
"A tecnologia já possibilita a análise da resposta imunológica que sucede as vacinações e processamento digital de imagens que calculam as defesas do indivíduo. E temos como medir a patogenicidade da Escherichia coli através da caracterização de genes por meio da virulência sem inocular animais. Esses indicadores genéticos aferem a tolerância ou sensibilidade a antibióticos, o que é fundamental num setor onde o resíduo dessas substâncias é um entrave de comercialização", enfatiza.
Fonte: Agronegócio

quarta-feira, 10 de março de 2010

Alemanha é primeira na UE a criar sistema de certificação para biocombustível

Alemanha largou na frente da União Europeia como primeiro país do bloco a aprovar um sistema de certificação para biomassa e bioenergia.
A partir de julho de 2010, as empresas envolvidas do ramo terão que provar que o sistema de produção causa o mínimo impacto possível no meio ambiente. Na Alemanha, a produção de bionergia é feita especialmente a partir dos óleos de canola, palma e soja.
As regras estão sendo elaboradas pelo International Sustentability and Carbon Certification, ISCC. O órgão recebeu autorização para atuar no começo de março e ditará as normas para quem pretenda obter o selo de produção sustentável.
As empresas que quiserem se candidatar ao programa de redução de impostos do governo alemão terão, obrigatoriamente, que ser certificadas. "Isso tem um impacto claro no lucro dessas empresas", disse à Deutsche Welle o representante da ISCC Jan Henke, sobre o programa de certificação.
Segundo as diretrizes da União Europeia, os países do bloco precisam garantir que a produção de biomassa não acarrete a degradação ambiental em outras nações. Em países como Paraguai e Malásia, por exemplo, grandes áreas de floresta tropical foram transformadas em plantações de palma, para a extração de óleo.
Outra exigência do bloco é que a produção de biocombustível reduza as emissões de gases do efeito estufa em até 35%, em comparação com o combustível fóssil.
"Com a aprovação do ISCC, somos o primeiro país a ter capacidade de seguir as regras sustentáveis de produção de biomassa", defende Julia Klöckner, do ministério alemão da Agricultura.
O sistema de certificação foi bem aceito pelas associações ambientalistas na Alemanha – como WWF e Nabu (Federação de Proteção Ambiental da Alemanha) – mas com ressalvas.
"Nós achamos que os critérios mínimos estipulados pela União Europeia são relativamente fracos", disse Dietmar Geliger, da Nabu. Para o ambientalista, não é preciso muito esforço para aderir ao percentual de 35% de redução de emissão.
Grit Ludwig, pesquisadora do Centro Helmholtz para Pesquisa Ambiental (UFZ), em Leipizig, acredita que as diretrizes da UE ainda são pouco para preservar ambientes naturais. "Elas não oferecem diretivas para quando a terra que produzirá biomassa já foi usada anteriormente para outros fins."
A preocupação dos ambientalistas é que a indústria de biomassa possa deslocar a produção de alimentos para áreas ecologicamente ricas – e assim causar danos ao meio ambiente e aumento das emissões que deveriam ser minimizadas pelos biocombustíveis.
Fonte: Noticias Agrícolas

Desenvolvimento de novas variedades de cana são apresentados na Feicana

A Monsanto apresenta seu plano de avanço de novas variedades de cana-de-açúcar por meio da CanaVialis, maior marca de melhoramento de cana-de-açúcar do mundo, durante a FeiCana 2010, que acontece de 9 a 11 de março em Araçatuba (SP).
Com o programa de Melhoramento Genético, a CanaVialis desenvolve variedades específicas para cada ambiente de produção para explorar melhor a interação genótipo x meio ambiente, atendendo, dessa forma, às necessidades específicas de cada um de seus clientes. “Nosso diferencial é o alto grau de tecnologia envolvido nos processos e a total integração com a demanda da usina”, afirma Ivo Fouto, diretor-geral da CanaVialis.
Por meio do Sistema de Gestão Varietal, a empresa não apenas seleciona os melhores materiais genéticos para cada demanda, mas também avalia o desempenho dos novos produtos na comparação com os já usados nos canaviais em um plano de avanço. “Dessa forma, garantimos os ganhos genéticos em qualquer área plantada, levando em conta as especificidades e condições de cada ambiente de produção. Todo trabalho é acompanhado pelo cliente”, diz Fouto.
Fonte: Agronegócio

Novas variedades de soja são apresentadas na Expodireto Cotrijal

A Fundação Pró-Sementes participa entre os dias 15 e 19 de março da Expodireto Cotrijal 2010, em Não-Me-Toque/RS. Nessa edição, a instituição apresenta quatro novas variedades de soja produzidas pelos obtentores ligados à Fundação.
Entre as novidades está a FPS Júpiter RR, desenvolvida pela Brasmax. A variedade possui ciclo precoce e grupo de maturação 5.9. A BRS Tertúlia RR é outro lançamento. Também de ciclo precoce, tem grupo de maturação 6.6 e foi desenvolvida pela Embrapa Trigo. As variedades Fepagro 36 RR e Fepagro 37 RR foram desenvolvidas pela Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária e apresentam grupo de maturação de 7.1 e 6.1, respectivamente, caracterizando-se por serem de ciclo médio e precoce.
Fonte: Agrolink

terça-feira, 9 de março de 2010

Jacto Lança EPIs

União Européia pretende deixar decisão de cultivo de trangenicos pelos países-membros

As reuniões realizadas no início deste mês com o fim específico de discutir a liberação do cultivo de produtos transgênicos podem ter sido as últimas da Comissão Europeia (CE, braço executivo da União Europeia) e do Parlamento Europeu. Ao final dos encontros, a CE anunciou a intenção de propor, "ainda neste próximo Verão" (que, no Hemisfério Norte, começa em 21 de junho), que se dê aos países-membros maior liberdade para decidir, com bases científicas, se devem ou não cultivar organismos transgênicos.
Fonte: Safras e Mercados

Massey Ferguson apresenta a nova série MF 7000 Dyna-6 na Feicana/FeiBio 2010

Patrocinadora oficial da Feicana/FeiBio, a Massey Ferguson leva para a feira, que acontece em Araçatuba entre 9 e 11 de março, os tratores de alta potência da nova Série MF 7000 Dyna-6. Ideais para o plantio e manejo de grandes áreas, especialmente na cultura de cana-de-açúcar, são considerados os tratores mais modernos produzidos no Brasil.
Os quatro modelos de 150cv a 215cv estão equipados com a transmissão inteligente Dyna-6, o câmbio mais completo dessa categoria disponível no mercado, que permite selecionar automaticamente a marcha com a melhor relação entre economia e desempenho.
Além desse lançamento, em uma área de 800m², a marca mostra outros modelos voltados para a cultura de cana como os tratores da Série MF 7100, ideais no plantio e manejo de grandes áreas, mantendo o baixo custo operacional e a facilidade de manutenção que caracterizam todos os equipamentos da marca. Também estão em exposição, os modelos MF 283, MF 291 e MF 292 com câmbio lateral, da série MF 200 Advanced.

Em 10 anos a produção de celulose pode triplicar

O Brasil produziu aproximadamente 14 milhões de toneladas de celulose em 2009 e a expectativa é que a produção chegue a 44 milhões de toneladas em 2020. As informações foram divulgadas pelo subsecretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Ariel Pares, na reunião ordinária da Câmara Setorial de Florestas Plantadas, nesta terça-feira (9), em Brasília. Ele também apresentou proposta de Política Nacional de Floresta Plantada, que está em elaboração e discussão pelos representantes do setor, governo e instituições privadas.
A meta da Política Nacional de Floresta Plantada é conquistar liderança no mercado externo e criar novas oportunidades para a madeira e seus derivados no País, ressaltou Ariel. Ele pondera, ainda, que é indispensável adequar as propostas da política nacional à realidade e necessidade dos diferentes segmentos, seja de papel e celulose, siderúrgico, carvão e energia.
Com a proposta, pretende-se aperfeiçoar o sistema de licenciamento ambiental para plantio, de forma a dar mais segurança à cadeia produtiva, além de promover incentivos à adoção de sistemas, como o de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. Segundo o subsecretário da Presidência da República, o desenvolvimento sustentável do setor vai criar novas oportunidades de emprego e renda, reduzir a pressão sobre as florestas nativas, adaptar o plano à discussão internacional sobre clima e ampliar a participação da energia renovável na matriz energética brasileira.
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, participou do encerramento da reunião e foi homenageado com uma placa de honra ao mérito. Reafirmo aqui a grande importância desse setor para o País, em função da oportunidade de empregos que gera e do grande número de indústrias envolvidas na atividade, pontuou o ministro. Segundo ele, os produtos florestais atendem os mercados externos mais exigentes. (Sophia Gebrim)
Fonte: MF Rural

Prosa Rural aborda técnicas para aplicação de defensivos

No Prosa Rural desta semana, o pesquisador Fernando Adegas, e o especialista em mecânica e tecnologia de aplicações agrícolas, Marco Antônio Gandolfo, da Embrapa Soja (Londrina/PR), dão dicas de como otimizar a utilização dos agroquímicos, sejam eles, herbicidas, fungicidas ou inseticidas.
“Em geral, de todos os fatores do processo de produção agrícola, a aplicação dos defensivos agrícolas ainda é a pior parte em todo o processo de tecnologia da produção agrícola. Isso ocorre no mundo inteiro, não só no Brasil”, destaca o pesquisador Fernando Adegas.
Dentre os pontos destacados por Adegas durante a entrevista concedida ao Prosa Rural, ele destaca a importância de o produtor verificar as condições climáticas no momento da aplicação.
“As boas condições climáticas para uma boa aplicação são temperaturas não muito altas, abaixo de 30 graus, umidade não muito baixa, acima de 55 ou 60 por cento, e ventos não muito fortes para não carregarem esta gota para fora do local de aplicação”, destaca.
Ele explica, ainda, que existem pequenos detalhes em relação ao pulverizadores que devem ser levados em conta. “O importante é a boa manutenção dos equipamentos, com destaque para os sistemas de filtragem, pontas e bicos”.
Já o especialista Marco Antônio Gandolfo fala sobre as aplicações aéreas. De acordo com Gandolfo, os mesmos equipamentos usados nas aplicações aéreas podem ser empregados nas terrestres, e vice-versa. No entanto, o produtor precisa avaliar a necessidade ou não de se realizar aplicações aéreas.
“É preciso considerar o formato da área a ser pulverizada, a localização da propriedade e a existência de obstáculos elevados, como árvores, redes elétricas e postes. A aplicação aérea é preferida nas áreas mais extensas, mais limpas e com talhões mais regulares”, explica.
O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Fonte: Portal Agricola

segunda-feira, 8 de março de 2010

Biocombustível do espaço

Com patrocínio da NASA, pesquisadores tentam encontrar formas de melhorar a produção de energia em plantas usadas para fabricação de biocombustível testando sua reação no espaço.
Há algum tempo, cientistas da Universidade da Flórida vêm investigando as propriedades da Jatropha curcas, também conhecida como pinhão manso.
A planta tem capacidade de produzir uma grande quantidade de óleo, que pode ser convertido em biocombustível.
Decidida a testar os limites da planta, a equipe de cientistas planejou realizar alguns testes em um laboratório nada convencional, e enviou células de jatropha curcas à Estação Espacial Internacional. É em pleno espaço que o experimento chamado de National Lab Pathfinder-Cells 3 deve revelar se a microgravidade pode influenciar no crescimento das culturas.
Estudando os efeitos no espaço, os cientistas aqui da Terra pretendem acelerar o processo de cultivo comercial, melhorando a estrutura da célula, seu crescimento e desenvolvimento. Esse é o primeiro estudo a analisar os efeitos a microgravidade em células de uma planta biocombustível.
As culturas foram lançadas com o ônibus espacial Endeavour, durante a missão STS-130 em fevereiro. Elas foram enviadas à Estação Espacial em frascos especiais com nutrientes e vitaminas e serão expostas à microgravidade até abril, quando retornam para a Terra com a missão Discovery STS-131.
Para controle, amostras idênticas às enviadas estão sendo cultivadas na universidade da Florida.
Fonte: Info Online

Jumil lança a Colhedora de Forragens - JM MCF 3000

Especificações:

Colhedora de forragem desenvolvida especificamente para colheitadeiras de grãos de diversos tamanhos e modelos com design moderno e estrutura reforçada que garante o desempenho e durabilidade do equipamento.

P4-90 - Plataforma especial para recolhimento (milho, sorgo) em 4 linhas espaçamento 90 cm. Algodão corte (combustivel para calderaria e adubação).
 
 
 
Plataforma 13 pés especial para corte e recolhimento de milheto, aveia, mombaça, braquiaria e outras gramíneas.

Destaca-se entre as demais colhedoras de forragem nacionais devido a sua ampla funcionalidade e elevada capacidade de produção atendendo o objetivo dos produtores exigentes que valorizam os seus investimentos produzindo silagem de boa qualidade e baixo custo.
Equipamento forrageiro acoplável em colhedeiras de grãos New Holland (TC 57 e TC50) e John Deere (a partir da 1200).


Características técnicas:

Componentes dos sistemas de alimentação e corte:
Rotores dentados superiores compressores de massa ...................................... 02
Rotor estriado inferior ..................................................................................... 01
Rotor liso inferior ............................................................................................ 01
Rotor de corte centrífugo auto-afiante com 40 facas em diagonais .................... 01
Contra-faca com duplo corte e regulagem individual ......................................... 01
Rotor impulsor de alta inércia ........................................................................... 01
Tubo de saída acionado por sistema hidráulico giratório com ângulo de 240º ..... 01
Bico quebra-jato acionado por motor elétrico ................................................... 01

Capacidade de colheita e produção:
Milho, sorgo, milheto, cana-de-açucar e outras gramíneas.
Produção mínima de 25 ton. e máxima de 60 ton/h em função da massa forrageira a ser colhida e potência do motor da colheitadeira a ser utilizada, que pode variar de 140 cv e 235 cv.
Regulagem de corte através do sistema de transmissão por meio de engrenagens sobressalentes.
Tamanho de corte de 05 a 50 mm.

http://www.jumil.com.br/

Etanol Celulósico

A empresa dinamarquesa Novozymes pretende apresentar as enzimas Cellic CTec2 9 (um tipo de enzima chamada de celulase) e Cellic HTec 2 (uma enzima chamada de hemicelulase) em uma feira sobre etanol que acontecerá em São Paulo entre 22 e 24 de marco. De acordo com a empresa, as enzimas poderão viabilizar comercialmente a produção de etanol celulósico já em 2011. As enzimas já foram apresentadas ao mercado nos Estados Unidos. O projeto da Novozymes ainda está em escala piloto. A empresa precisa passar para a fase pré-comercial, usando as enzimas em usinas de demonstração, que simulam condições reais de produção de uma usina comercial, mas em escala um pouco menor. No Brasil, a Novozymes tem parceria com o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), de Piracicaba, com quem deve montar uma planta-piloto para testar a nova tecnologia ainda este ano. De acordo com a empresa, para os Estados Unidos, o custo para obter um galão do combustível (que equivale a 3,8 litros) com seus produtos deve ficar em US$ 0,13 – ou R$ 0,06 por litro.

Projeto internacional de georrastreabilidade participa de Expoagro na Argentina

A Expoagro do Bicentenário, aconteceu entre os dias 3 e 6 de março, em Baradero, na Argentina, e teve entre seus participantes a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio do projeto internacional Manejo Operacional e Protótipo de Geodecisão para Rastrear a Produção Agropecuária (OTAG), executado por três Unidades - Embrapa Monitoramento por Satélite, Embrapa Informática Agropecuária (Campinas-SP) e Embrapa Gado de Corte (Campo Grande-MS).

Na Expoagro 2010, a Embrapa levou o rastreamento de bovinos usando colares com GPS. Os equipamentos foram desenvolvidos pelo projeto OTAG e permitirão o rastreamento e a alimentação de um software para a vigilância sanitária. “Este trabalho é de aplicação fácil na bovinocultura e há interesse em fazer a divulgação para todos os países que praticam essa cultura. Desta forma, a Embrapa, por meio de seus projetos, procura resolver problemas e/ou melhorar o rendimento das atividades agropecuárias”, afirma o pesquisador médico-veterinário, Pedro Paulo Pires, coordenador do experimento em campo, implantado na Embrapa Gado de Corte e participante da Mostra.
A ideia do projeto é desenvolver um protótipo de rastreabilidade animal, prevendo o atendimento a exigências do mercado importador de carne bovina quanto à qualidade e segurança e o mesmo integra o Programa Embrapa de Carne, Couro e Pele de Qualidade. A georrastreabilidade é a aplicação de geoinformação, através de tecnologia da informação e sensoriamento remoto, na rastreabilidade de cadeias produtivas, associando atributos espaciais com outras informações sobre o produto - sua origem e as etapas de sua transformação, desde as condições em que foi gerado, passando pelo transporte, processamento, até sua distribuição para o mercado consumidor.
A proposta é financiada pela União Européia e trata-se de um consórcio que inclui parcerias com o Centro Francês de Pesquisa Aplicada na Área de Engenharia, Agricultura e Meio Ambiente (Cemagref), a Universidade de Laval do Canadá, o Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (CIRAD), da França, e o Programa Cooperativo para Desenvolvimento Tecnológico Agropecuário do Cone Sul - Procisur, que inclui entidades de pesquisa da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. No consórcio, cada instituição possui tarefas específicas garantindo o diálogo entre a Comunidade Européia e os integrantes do Cone Sul.
Pedro Paulo explica que o rastreamento dos produtos é fundamental em todos os segmentos. Para a Empresa mais importante que o rastreamento é a gerência da produção que assegura o lucro, a manutenção dos produtores em suas atividades e a melhora do setor. “Ser rastreado é necessário e para nós deve ser consequência do bom manejo, nisso é que estamos investindo criando ferramentas para efetivar a zootecnia de precisão como processo de produção”, salienta.
Fonte: http://www.embrapa.br/

Embrapa reforça investimentos em Recursos Genéticos Vegetais

Para fortalecer ainda mais as pesquisas na área de Recursos Genéticos Vegetais, a Embrapa vai investir, em 2010, R$ 20 milhões em ações que visem à conservação e o uso sustentável de um dos maiores patrimônios biológicos do mundo. O reforço faz parte das várias ações que a Embrapa pretende realizar no “Ano Embrapa de Recursos Genéticos Vegetais”, que será lançado pelo Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Reinhold Stephanes, nesta terça-feira (9), na sede da Embrapa, em Brasília.
O investimento é proveniente do Agrofuturo, programa do governo brasileiro, sob a administração da Embrapa, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e instalado para contribuir na melhoria da competitividade, eficiência e equidade do setor agropecuário. Parte desse programa foi redirecionado com foco em Recursos Genéticos Vegetais, resultando no programa AgroVerde.
Cinco produtos foram priorizados pelo programa: mandioca, feijão-caupi, arroz, soja e uva. Segundo o pesquisador da Embrapa Luciano Nass, um dos coordenadores do programa, a escolha desses produtos se justifica pelo valor que representam à agricultura nacional. “As amostras dessas variedades mantidas nos bancos de germoplasma requerem cuidados especiais, a fim de que sejam conservadas de forma adequada para utilização atual e para as gerações futuras”, ressaltou.
Cada um desses produtos está armazenado em bancos de germoplasma nos centros de pesquisa correspondentes. A Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás/GO) possui um acervo de cerca de 11.700 variedades de arroz, além das 17 mil dos Estados Unidos, introduzidas em 2009. A Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical (Cruz das Almas/BA) armazena mais de duas mil variedades de mandioca. Já o banco de germoplasma da Embrapa Soja (Londrina/PR), mantém atualmente mais de 8.300 de soja, além do acréscimo recente de 20.600 que foram introduzidas dos Estados Unidos. A coleção de uva está na Embrapa Uva e Vinho (Bento Gonçalves/RS) e reúne mais de 1.300 amostras. Na Embrapa Meio-Norte (Teresina/PI) estão cerca de mil variedades de feijão-caupi.
Segundo Luciano, dentre as atividades necessárias para a conservação e o uso desses recursos estão: manutenção de infraestrutura dos bancos de germoplasma, conservação em condições adequadas, estudos de caracterização e avaliação, além da multiplicação das variedades para distribuição. O projeto está apoiando também o aperfeiçoamento dos sistemas de informação em recursos genéticos.

Bayer CropScience mostra seu portfólio para cana-de-açúcar durante a Feicana/Feibio 2010


A Bayer CropScience vai estar na Feicana/Feibio 2010, que ocorre entre 09 e 11 de março em Araçatuba/SP. "Este é um dos maiores eventos no setor de bioenergia da região Centro-Sul do Brasil e a Bayer CropScience tem muito orgulho de estar presente. Aqui temos a oportunidade de mostrar nosso portfólio a cerca de 60% do setor sucroenergético da região Centro-Sul", diz João Paulo Pivetta, Gerente de Cultura Cana-de-Açúcar da Bayer CropScience.
O Brasil é o líder mundial na produção de cana-de-açúcar e, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), foram processadas cerca de 569 milhões de toneladas na safra 2008/2009, sendo que quase 90% desse total são provenientes da região Centro-Sul.
No estande da empresa, os destaques serão Provence, Evidence 700 WG e Certero. O primeiro é indicado para o controle de plantas daninhas de folhas estreitas em diferentes tipos de solo - arenoso, médio e argiloso. Já Evidence 700 WG une em um só produto as características inseticida e cupinicida, sendo o único com dupla ação: controle de cigarrinha-das-raízes e de cupins. E Certero é um inseticida registrado para o controle da broca da cana, praga que diminui a produtividade na lavoura e prejudica a qualidade do processamento industrial.
Os especialistas da Bayer CropScience também estarão no local para conversar com os visitantes, principalmente sobre as melhores práticas para o controle de plantas daninhas e pragas, além de abordar questões sobre a maturação da cana.

Serviço
Feicana/Feibio 2010
Local: Araçatuba, SP
Endereço: Recinto de Exposições Clibas de Almeida Prado
Data: de 9 a 11 de março
Outras informações, clique aqui.

Fonte: http://www.bayercropscience.com.br


domingo, 7 de março de 2010

Curso: Controle Biológico de Pragas - 8 a 26 de março

A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 43 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, e a Universidade de Brasília promovem no período de 08 a 26 de março de 2010, o “Curso de Bases Bioquímicas e Moleculares do Controle Biológico de Pragas”, que tem como objetivo transmitir conhecimentos teóricos sobre as bases bioquímicas e moleculares dos microrganismos utilizados no controle biológico de pragas. O curso também irá treinar os participantes em técnicas laboratoriais de bioquímica, biologia molecular e bioinformática genômica e funcional.O curso será realizado na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, sob a supervisão técnica da pesquisadora Maria Elita Batista de Castro, e vai oferecer cinco vagas para estudantes de pós-graduação e profissionais relacionados às áreas de interesse. O conteúdo engloba aspectos relacionados aos microrganismos utilizados como agentes no controle biológico de pragas, ou seja, bactérias, vírus e fungos, além de noções de bioinformática e genômica funcional como ferramentas aplicadas ao controle biológico.
Informações:
endereço eletrônico: www.cenargen.embrapa.br
As inscrições devem ser feitas com Felipe Rodrigues ou Mauro Gonçalves pelo e-mail: catcurso@cenargen.embrapa.br ou pelo telefone: (61) 3448-4783

Brasil Ecodiesel perde certificação

As ações da Brasil Ecodiesel caem com força no pregão desta sexta-feira na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Por volta das 13h10, o papel apresentava queda de 6,79%, a R$ 1,20, com mais de R$ 140 milhões negociados. Para efeito de comparação apenas três papéis de toda a bolsa movimentavam mais dinheiro.
A queda está relacionada com a perda Selo Combustível Social por quatro usinas da companhia. Sem a tal certificação, essas unidades não podem vender biodiesel por meio dos leilões com selo organizados pela ANP. As operações com o selo representam 80% do volume total leiloado pela agência.
"A companhia não concorda com a decisão tomada e está tomando as medidas judiciais necessárias para proteger os interesses da empresa e de seus acionistas", disse a companhia por meio de Fato Relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A perda do selo é resultado de processo administrativo envolvendo a companhia com relação ao cumprimento das normas em 2007. A decisão sobre a suspensão foi publicada hoje no Diário Oficial da União pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Fonte: Valor Online

New Holland recebe dois prêmios Good Design

O trator compacto Boomer 8N e o apoio de braço do SideWinder™ II foram reconhecidos pelo Chicago Athenaeum Museum of Architecture and Design e pelo European Centre for Architecture Art, Design and Urban Studies. Esses prêmios são um reconhecimento às soluções sob medida e intuitivas desenvolvidas pela New Holland para disponibilizar a tecnologia de ponta necessária ao aperfeiçoamento da produtividade agrícola.
A premiação é considerada o mais antigo e renomado programa de excelência em design no mundo inteiro. Projetos de 48 países foram submetidos ao prêmio deste ano em diversas categorias. A New Holland foi vitoriosa na categoria transporte, sendo a única fabricante contemplada com um dos prêmios.
"O Good Design é um programa mundial autêntico de proporções fenomenais. O programa de 2009 do Good Design foi o mais completo até o momento, com a maior participação de empresas já vista na história e concedendo prêmios aos melhores e mais substanciais projetos. Este pode ser o marco inicial que sinaliza um princípio de mudança de direção de empresas e designers, para um design mais sustentável e rentável, com menos pompa e extravagâncias", afirmou Christian K. Narkiewicz-Laine, presidente do museu Chicago Athenaeum.
O trator compacto Boomer 8N, vencedor do prêmio, é considerado a última palavra em tecnologia aliada a um estilo retrô, que também já foi agraciado com o prêmio AE50. O Boomer 8N é ideal para aplicações no cuidado ao solo ou para pequenos agricultores, e oferece a melhor facilidade de operação graças ao seu EasyDrive™ de transmissão contínua variável, vencedor de muitos prêmios. Seu design apresenta um chassi vermelho profundo e intenso com os clássicos capô e para-choques cinza, que conferem a ele o visual e a sensação de um 8N original.
Fonte: www.newholland.com.br

Lançamento Jacto 2010

Há mais de 60 anos no mercado a Jacto trabalha constantemente na inovação de seus produtos, reconhecidos na indústria agrícola do Brasil e do mundo. Em 2009 iniciou-se o processo de renovação do Uniport, modelo de 3000 litros, melhorando a tração, sistemas eletrônicos e a confiabilidade dos equipamentos. Até o final deste ano, a Jacto finaliza o processo de renovação da família "Uniport", com grandes alterações nos produtos de tração 4x2 mecânica.Pioneirismo - O Uniport 2000, primeiro do segmento de pulverizaçãoautomotriz, passa por total reformulação visando aumentar o conforto,segurança e qualidade de aplicação, chamando-se agora Uniport 2000 Plus.As modificações na estrutura do pulverizador trazem mais segurança aoagricultor, que já conhece e confia na marca há mais de 15 anos.As principais características do produto estão na nova cabine em fibra de vidro, substituindo a anterior em chapa. Além da segurança, oferece maisconforto e recursos. O Uniport 2000 Plus também recebe novo controlador depulverização JSC 5000, com maior precisão e menor tempo de resposta. Comum novo sistema de iluminação, a máquina traz também mais segurança equalidade na execução de trabalhos noturnos.O Uniport 2000 Plus chega com novo ar condicionado desenvolvidoespecialmente para uso agrícola, novo freio de estacionamento comacionamento fácil e rápido, circuito de pulverização preparado paraadubação líquida e fechamento automático de seções. E não para por aí. Com porta bico quádruplo, torna-se mais versátil e mais fácil a adequação de bicos às necessidades da aplicação, resultando em maior qualidade e melhorcontrole de pragas e doenças.Segurança - A Jacto investe não só na mecanização e infraestrutura, masno visual de suas linhas. O Uniport Plus 2000 vem com o tanque em novacor, para destacar a atual versão da máquina, moderno e de prático acessoaos pontos de manutenção. Tudo isso sob a adequação da NR-31, atendendoas mais exigentes normas de segurança. Maior segurança ao operador e aosauxiliares, sempre.O Uniport 2000 Plus já vem preparado também para receber equipamentosde agricultura de precisão, tais como barra de luz, controlador automático deseções e piloto automático (itens oferecidos com opcionais).O mais vendido - Quem trouxe todos os desejos do agricultor erapidamente tornou-se um grande aliado dele no campo foi o Uniport 2500Star, sendo hoje o pulverizador autopropelido mais vendido no Brasil. No modelo lançado esse ano, as principais alterações visaram torná-lo ainda mais robusto e econômico, além de incorporar novos itens de segurança.Star em todos os sentidos - Motor Cummins 4BTAA 140 CV, com maiorreserva de torque, resultando em maior capacidade de recuperação em casosde obstáculos e sobrecargas. Ampla disponibilidade de peças e assistênciatécnica. Motor de menor nível de emissão de poluentes (TIER 2),homologado para B-20, ou seja, permite a utilização do Biodiesel até 20%.Além de baixa emissão de poluentes e maior economia utilizando Biodiesel.Assim como o Plus 2000, também vem com ar condicionado desenvolvidoespecificamente para uso agrícola. Novo diferencial (Dana Power Loc 80),alteração na cor do Tanque de defensivos para destacar a nova versão da máquina e adequação à NR-31: maior segurança ao operador e auxiliares.Para maiores informações ligue para (14) 3405-2113

Programa CR em Campo

Buscando melhorar a qualidade do grão colhido e aumentar a produtividade, agricultores dos municípios de Chapadão do Céu, Chapadão do Sul e região participaram do primeiro da série de eventos do programa CR em Campo, realizado no dia 21 de janeiro, na Fazenda Sucuriú, em Chapadão do Céu (GO). Durante o evento, promovido pela New Holland e sua concessionária Agrofel, os produtores tiveram a oportunidade de testar na prática a tecnologia e as vantagens da colheitadeira CR9060, através de demonstrações e test-drive. Também foram ministradas palestras explicativas dentro do caminhão da New Holland, cujo espaço interno foi projetado com uma infraestrutura de auditório.“O evento foi bastante positivo, pois tivemos uma boa presença de clientes que atestaram o desempenho da CR9060 e a qualidade de grãos colhidos. Também foi uma oportunidade para divulgarmos a nacionalização da máquina, que trará ao produtor a grande vantagem de incrementar a sua produção e adquirir a sua máquina através de financiamentos com recursos do FINAME”, declara Eduardo Nunes, gerente de marketing New Holland.ChapadãoPara que os agricultores pudessem presenciar a colheitadeira em operação, foi escolhido uma plantação de soja na região de chapadas, onde a colheita de grãos se inicia mais cedo. "Essa região é ideal para que as pessoas comprovem o trabalho dessas máquinas de alto rendimento. Isso também tem possibilitado uma tendência em tornar essa região dos chapadões uma área que se utiliza de tudo que tem de mais evoluído à disposição do produtor rural", avalia Eduardo Pagnoncelli Peixoto, proprietário da Fazenda Sucuriú, que já está colhendo a soja numa área de 2,4 mil hectares, e irá iniciar em breve o plantio de milho safrinha e girassol.
Fonte: http://www.newholland.com.br/

Nova Plantadeira JD Série 1100


Case IH inaugura novo Complexo Industrial em Sorocaba-SP

A Case IH inaugura nesta terça-feira, 2 de março, o seu novo Complexo Industrial na América Latina. O empreendimento compreende uma fábrica e um moderno Centro de Distribuição de Logística e Peças, localizado na cidade de Sorocaba (SP). A abertura deste complexo vai gerar 2 mil empregos diretos e 6 mil indiretos na região até o final de 2012, quando a fábrica deve atingir sua capacidade plena.
O projeto é resultado de um investimento de R$ 1 bilhão, que significa o maior investimento da indústria de máquinas, realizado num único momento, da história do País. O objetivo é ampliar a produção de máquinas agrícolas, que hoje é realizada em Curitiba (PR) e Piracicaba (SP), e ainda fabricar componentes para outras máquinas produzidas nas demais unidades da empresa no Brasil. Desta fábrica, ainda serão produzidos equipamentos que abastecerão o mercado interno e que também serão exportados para a América Latina e mais de 50 países nos outros continentes.
O Complexo Industrial conta com uma área total de 160 mil metros quadrados e sua capacidade de produção será de 8 mil unidades por ano. No mesmo terreno também foi erguido um dos maiores centros de distribuição de peças da América Latina e um dos mais modernos do mundo, com equipamentos de movimentação e embalagem de última geração e capacidade de estocagem de 180 mil itens.
Os dois empreendimentos contam com o que há de mais moderno à disposição para fábricas e centros de distribuição, como máquinas de corte a laser de chapas de aço de até 25mm, com alimentador automático, estações robotizadas de solda, transportadores aéreos para peças e componentes, além dos mais modernos sistemas de pintura, que são a pintura eletroforética por imersão e a pintura acrílica de baixa temperatura.
Fonte: www.caseih.com

11º Agrocafé - 8 a 10 de março de 2010 - Salvador-BA

Procurando dar uma nova dinâmica ao nosso Evento, o 11º AGROCAFÉ estará homenageando o setor da Pesquisa Cafeeira do Brasil. Sendo este segmento de vital importância para sustentabilidade da cafeicultura nada mais justa começar por ela.Nos últimos 15 anos a Cafeicultura Brasileira tem sofrido grande depreciação. O produtor, industrial e exportador têm amargurado situações de grande dificuldade. Algo precisa ser feito para salvar este patrimônio de mais de 200 anos de vida que emprega mais de 3 milhões de pessoas. A união do nosso segmento é de fundamental importância, encontrando soluções para alavancar de maneira consistente e duradoura o nosso produto.Venha propor suas idéias participando do 11º AGROCAFÉ

Informações
Contato: RD Eventos
Site: www.rdeventos.com.br/agrocafe
Telefone:(71) 2102-6600
E-mail: rdeventos@rdeventos.com.br

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Basf destaca importância do Sistema de Produção Clearfield® Arroz para o RS

A BASF, titular dos direitos de Propriedade Intelectual da Tecnologia Clearfield®, informa que até o momento não foi possível firmar um acordo com as entidades (Sindarroz, Sindapel, Fearroz), que representam as indústrias e cooperativas de arroz no Rio Grande do Sul, para assegurar a continuidade desta eficaz Tecnologia no combate do arroz vermelho. O acordo proposto pela empresa, e que conta com o apoio de outras entidades do setor produtivo, previa a cobrança justa de indenização dos produtores que usam indevidamente o Sistema de Produção Clearfield® Arroz. Na prática, o uso indevido se dá pela utilização de semente não certificada e/ou herbicida não registrado, que colocam em risco a sustentabilidade da tecnologia e os ganhos de produtividade na cultura do arroz. “Devido a divergências de opiniões, ainda não se chegou a um consenso com algumas entidades que representam a indústria orizícola. Contudo, a BASF mantém seu compromisso e pretende continuar buscando esse entendimento, bem como alternativas para manter seus investimentos na cultura do arroz”, explica Airton Leites, gerente de projetos Clearfield Arroz da BASF. O executivo reforça que o Sistema de Produção Clearfield® Arroz é a única ferramenta eficaz à disposição dos produtores para o controle do arroz vermelho. Por isso, a empresa busca assegurar o uso correto dessa Tecnologia no campo possibilitando a sustentabilidade da cadeia arrozeira. Para que esta ação seja eficaz, a empresa defende a cobrança de indenização daqueles que usarem o sistema de forma ilegal, por colocar em risco a Tecnologia, e conta com apoio de diversas entidades. Estas representam o setor produtivo, não compartilham da decisão da indústria arrozeira e apóiam o novo modelo de negócio. “Todos os elos da cadeia devem compartilhar dessa decisão. Nossa orientação para assegurar a sustentabilidade do setor é que o produtor só utilize sementes certificadas, isentas de arroz vermelho, e procure a assistência técnica da BASF e dos órgãos competentes para evitar a resistência dessa planta invasora, tendo em vista que o problema vem aumentando”, explica Leites. O Sistema de Produção Clearfield® Arroz, que combina a aplicação do herbicida Only® e a utilização das sementes certificadas, além da adoção do Programa de Monitoramento nas lavouras, é altamente eficaz no controle ao Arroz Vermelho, que pode causar perdas de até 80% aos orizicultores. Todos Unidos Contra o Arroz VermelhoA campanha “Todos Unidos Contra o Arroz Vermelho”, desenvolvida em parceria com entidades do setor entre elas Irga (Instituto Rio-Grandense do Arroz), Apassul, Epagri, Acapsa,visa orientar os produtores sobre a utilização correta do Sistema de Produção Clearfield® Arroz. O objetivo da campanha é enfatizar a importância para o uso de semente certificada, herbicida registrado, nas doses recomendadas, manejo de água e o controle de escapes para assegurar a sustentabilidade da cultura e a longevidade do Sistema.Para outras informações acesse: http://www.agro.basf.com.br/Fonte: Ascom da Basf

Embrapa apresenta controle biológico de pragas na Inovatec 2009

Visitantes da Inovatec 2009 (5ª Feira de Inovação Tecnológica) poderão conhecer o processo de controle biológico de pragas desenvolvido pela Embrapa Milho e Sorgo, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Durante a feira, entre os dias 6 e 9 deste mês em Belo Horizonte, será apresentada, no estande da Embrapa, a tecnologia do bioinseticida produzido a partir de baculovírus. Existente na natureza e com ação específica em insetos, o baculovírus controla com eficácia a lagarta-do-cartucho, principal praga que ataca as lavouras de milho. A Embrapa Milho e Sorgo trabalha com esse tipo de vírus há mais de 20 anos e já possui o bionseticida em pó capaz de ser oferecido em escala comercial e que pode ser utilizado por qualquer agricultor. O produto apresenta alta eficiência para o controle da lagarta-do-cartucho, agindo especificamente contra a praga e preservando outros insetos na lavoura. O bioinseticida contamina a lagarta por via oral, quando ela ingere as folhas da planta, provocando sua morte até oito dias após a ingestão. "É um dos métodos mais seguros tanto para o homem quanto para a natureza, já que reduz drasticamente o uso de inseticidas químicos", afirma o pesquisador Fernando Hercos Valicente, coordenador do projeto na Embrapa Milho e Sorgo. Inovatec A 5ª Feira de Inovação Tecnológica busca promover a interação, troca de experiência e transferência de tecnologias entre pesquisadores, instituições de ensino e pesquisa, inventores, órgãos públicos e empresas. A finalidade é gerar o avanço tecnológico e produtivo nos vários segmentos da economia brasileira. Além dos estandes de expositores, o evento terá cursos, palestras e oficinas. O evento ocorre de 06 a 09 de outubro, de 14 às 21 horas, no Expominas Belo Horizonte. Mais informações podem ser obtidas pela internet no endereço http://www.inovatec2009.simi.org.br./

Fonte: Página Rural

Comitiva dinamarquesa conhece ações de sustentabilidade em Mato Grosso

A Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso - FIEMT, com seu trabalho de fomento ao crescimento do setor industrial e como forma de estreitar laços com diversos países recebeu a comitiva de 30 produtores da Dinamarca nesta manhã (05), que vieram visitar o Estado e conhecer melhor as ações que estão sendo executadas em favor da sustentabilidade, junto ao setor produtivo mato-grossense. Segundo o presidente da FIEMT, Mauro Mendes, “essas missões são seguramente geradoras de oportunidades para nós e nossos visitantes. Mostramos o que fazemos aqui e o que poderemos fazer junto aos investidores externos, gerando assim riquezas e empregos para o Estado”. Segundo o cônsul Niels Thomsen, chefe da delegação, o estado de Mato Grosso foi escolhido para a visita, pois vem apresentando índices impressionantes de produtividade e causa preocupação, já que o Brasil está se tornando um grande competidor no mercado internacional. Outro objetivo do grupo foi conhecer como o estado vem tratando o meio ambiente e conseguido gerar uma “produção verde”. A convite da FIEMT, o Centro de Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso - CIPEM, apresentou o setor de base florestal, mostrando números como os 160 mil empregos diretos e indiretos ofertados dentro das atuais 1.721 indústrias instaladas no estado. Hoje, são 2,1 milhões de hectares de floresta autorizados para a Exploração Sustentável, o que representa 135 mil hectares manejados ao ano. Para o diretor executivo do CIPEM, Júlio Bachega, o setor está buscando mudar a sua imagem de grande vilão do desmatamento, “para nós, a idéia de sustentabilidade é explorar sem desmatar, mantendo sempre a floresta conservada. Para isso, adequamos e exigimos o cumprimento da lei e trabalhamos juntos com os órgãos de comando e controle, como IBAMA, SEMA e Ministério Público”. Coube ao Instituto Ação Verde, a ong do setor produtivo de Mato Grosso, apresentar as ações que vem desenvolvendo para a recuperação de áreas de preservação permanente degradadas ás margens dos rios do estado. Durante a apresentação, foram mostradas as etapas do Projeto Verde Rio, que já cadastrou 1998 propriedades nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço e Poconé. Todas elas receberam técnicos que realizaram o cadastramento socioeconômico e ambiental, para futuramente, fazer um trabalho de adequação, reflorestando as margens dos rios com suas espécies nativas, produzidas atualmente no viveiro do Instituto. Segundo o superintendente do Ação Verde, Paulo Henrique Borges, a visita de missões estrangeiras “são extremamente importantes, porque nos dão a oportunidade de mostrar como Mato Grosso está consciente da importância da preservação ambiental e adequado a todas as exigências de um mercado internacional, para a produtividade sustentável.” O chefe da comitiva dinamarquesa, que buscava conhecer melhor a forma como o ambiente vem sendo tratado no estado, lembrou a preocupação com as riquezas naturais do Brasil e resumiu o acerto em realizar a visita aqui em Mato Grosso. “Depois das apresentações desta manhã, ficamos mais certos do porque de estarmos aqui. Fica claro o que é preservação ambiental e a sua importância. Todo mundo pensa, por exemplo, que a Amazônia é um problema do Brasil, mas para nós, é um problema mundial”, finalizou Niels Thomsen.
Fonte: Página Rural

Embrapa expõe novas tecnologias em feira

Novas tecnologias produzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária poderão ser conferidas na 5ª Feira de Inovação Tecnológica (Inovatec), entres os dias 6 e 9 de outubro, de 14 as 21 horas, no Expominas, em Belo Horizonte/BH.
A Embrapa Gado de Leite (Juiz de Fora/MG) vai oferecer informações sobre controle estratégico de carrapatos. A Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas/MG) apresentará o controle biológico de pragas, com bionseticida produzido a partir do baculovírus, que combate a lagarta-do-cartucho, principal praga das lavouras de milho. A Embrapa Agroenergia (Brasília-DF) demonstrará briquetes, fonte concentrada e comprimida de material energético, que pode ser queimado no lugar da lenha, oriundos de biomassa florestal e a macaúba como uma das matérias primas utilizadas no Arranjo Produtivo Local (APL), para produção de biodiesel.

Britânicos buscam informações sobre agroenergia no Brasil

A comitiva britânica Royal College of Defence Studies (RCDS) estará no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, nesta terça-feira (6), para discutir o tema segurança alimentar e energética com representantes do Departamento da Cana-de-Açúcar e Agroenergia.
A Royal College of Defence Studies faz parte da Academia de Defesa do Reino Unido (UK Defence Academy). Sua missão é preparar oficiais superiores e funcionários graduados, tanto do Reino Unido como de outros países, assim como futuros líderes dos setores público e privado, por meio do desenvolvimento da capacidade analítica, conhecimentos na área de defesa e segurança internacional e visão estratégica, para o desempenho de funções de grande responsabilidade nas suas organizações.
O RCDS oferece um curso por ano que culmina em uma turnê ao exterior. “A comitiva quer conhecer melhor o assunto, haja vista que o tema alimentos e biocombustíveis tem permeado os principais fóruns de discussão internacional”, afirmou o diretor de Cana-de-Açúcar e Agroenergia, Alexandre Strapasson.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Chip da Ceitec será testado em MG

O Chip do Boi, desenvolvido pela gaúcha Ceitec, será testado neste mês em Minas Gerais. Os brincos serão aplicados em 500 cabeças de gado na Fazenda Santa Rita, em Prudente de Morais, município distante cerca de 50 km de Belo Horizonte. A fazenda da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) é a primeira a receber os chips. A previsão da Ceitec é testar 10 mil brincos em diversas regiões brasileiras. O Chip do Boi foi desenvolvido no Design Center e será um dos produtos fabricados na planta de Porto Alegre a partir de 2010. O equipamento permite a rastreabilidade de dados sobre os animais eletronicamente. O brinco funciona como a identidade, reunindo informações como data de nascimento, vacinas recebidas e técnicas de manejo em um único sistema informatizado.

Fonte: Página Rural

Lanagro/MG usa novo aparelho para controle de agrotóxico

A partir deste mês, o Laboratório Nacional Agropecuário em Minas Gerais (Lanagro/MG), em Pedro Leopoldo, começa a usar um equipamento mais moderno para detectar resíduos de substâncias nos alimentos com entrada controlada na União Europeia. O espectrômetro de massas com detector Time of Flight (TOF), do modelo Synapt HDMS, identifica resíduos de novos princípios ativos presentes em compostos ainda não conhecidos - em geral, resultantes da grande versatilidade da indústria de agrotóxicos em desenvolver novas formulações - e que são utilizados no processo produtivo dos alimentos.
O equipamento estará a serviço do Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes (PNCRC), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Rede Oficial de Laboratórios Agropecuários, da qual faz parte o Lanagro/MG.
O investimento para importar o espectrômetro de massas para o Lanagro/MG foi de 557 mil euros. A compra do espectrômetro e a capacitação do corpo técnico dos Lanagros fazem parte do Projeto de Apoio à Inserção Internacional de Pequenas e Médias Empresas (PAIIPME). O projeto foi executado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e co-financiado pela União Europeia.
“A utilização de equipamentos cada vez mais eficientes é fundamental para que os princípios ativos utilizados nas diversas culturas sejam monitorados por programas oficiais”, explica o responsável pela área laboratorial de resíduos e contaminantes em alimentos da Coordenação-Geral de Apoio Laboratorial do Mapa (Cgal), Angelo Maurício.
O aparelho Synapt HDMS contribuirá, ainda, com a meta do Mapa de tornar o Lanagro/MG uma referência nacional em metodologias de controle de resíduos e contaminantes, oferecendo suporte à adoção de novas políticas públicas para controle de agrotóxicos.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

3º Geração Rotormix com ROTOFLEX-E

Com a necessidade de aproveitar todo tipo de subproduto permitido para composição de ração de gado em confinamento e garantir melhor funcionamento do equipamento, o departamento de desenvolvimento do produto da Casale acaba de aprovar o novo e exclusivo rotor desenvolvido para operar bem com todos os componentes volumosos disponíveis no mercado brasileiro, incluindo o bagaço de cana (cru e hidrolisado) e casca de algodão.
Produzida sob licença da Roto-Mix americana e adaptada às condições brasileiras de trabalho, a Rotormix é ideal para operar com componentes volumosos em proporções de 20% a 80%, com comprimento de corte até 5 cm, nutrientes finos, grãos, caroços de algodão, ingredientes de alta umidade e pastosos, etc. Progressivamente mais e mais técnicos e confinadores estão descobrindo que a Rotormix produz uma qualidade de mistura que aumenta o consumo e nível de produção animal independente dos componentes processados, por garantir ração total de maior homogeneidade, "soft" e com maior palatabilidade, com mais rapidez, economizando tempo e dinheiro.
O sistema de mistura Rotormix é feito com movimentos que promovem tombamento associado a rotação dos materiais com transporte longitudinal, com baixo atrito e sem movimento que resulta em alta pressão. A união dessas características com a disponibilidade do novo rotor Rotoflex-E faz da Rotormix a mais eficiente misturadora de ração total existente no mercado, pois mistura em 3 minutos ou menos e garante baixo consumo de potência efetiva, sendo por isso também ideal para operar com acionamento elétrico para modelos estacionário.





Fonte: Casale

RS: feira gaúcha mostra novas tecnologias para produção de leite

As novas tecnologias para estimular a cadeia produtiva do leite estão em destaque na 3ª edição da Agrotecno Leite, evento inaugurada nesta quarta-feira (30) em Passo Fundo, a 280 km de Porto Alegre, e que prossegue até sexta-feira (2). Trata de uma oportunidade para que pequenos produtores atualizem informações teóricas e práticas, conheçam novidades em maquinário e fechem negócios. A Agrotecno Leite é realizada pela Prefeitura Municipal de Passo Fundo, Sebrae/RS, por meio do Programa Juntos para Competir, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Sicredi, Universidade de Passo Fundo (UPF), Cotrijal, Emater/RS, Embrapa Trigo e RBS TV. A região é uma das maiores produtoras do Estado. De acordo com o técnico do Sebrae/RS e gestor do Pólo Regional de Suinocultura e Leite do Planalto, Gabriel Colle, “o objetivo do evento é difundir as tecnologias na área do leite, através de conhecimento teórico e, posteriormente, através de sua prática”. Métodos de cultivo, manejo do campo, armazenamento e variedades de pasto serão temas abordados durante a programação, com exposições, missões técnicas e palestras. As negociações de novos contratos, segundo o gestor, não têm datas pré-agendadas para acontecer. “Este ano, as novidades tecnológicas deverão estar concentradas, entre outros, nos setores de máquinas, fenação e pastagem”. O mercado na região é promissor. Estimativas do Arranjo Produtivo do Leite (APL) apontam que 8,5 mil empreendedores da produção de leite abastecem o mercado, que tem na região atendida pelo Sebrae/RS três grandes empresas do segmento de laticínios, e um total de 320 micro e pequenas empresas. A média de produção por vaca/dia é de 18 litros. No início do trabalho do APL, a média era de 13,5 litros. A produtividade ganha destaque na comparação com a média do Estado, de seis litros. Dos oito milhões de litros de leite produzidos no Rio Grande do Sul, três milhões saem das produtoras da região. Caminho Técnico do Leite Um dos atrativos da Agrotecno Leite é o Caminho do Leite, atividade que tem como objetivo levar o participante a trocar informações específicas distribuídas em estações, divididas por sete grupos de conhecimento. Colle destaca que não é necessária a inscrição prévia para participar da feira. “As 25 missões técnicas organizadas pela regional do Sebrae irão direto para o local das estações, e só após percorrer sua extensão é que irão conhecer as empresas expositoras”. O Grupo 1, denominado Qualidade do Leite, aborda a avaliação de qualidade do produto, novas tecnologias e a industrialização de lácteos. No Grupo 2, Gerenciamento, o foco está nos resultados do programa de revitalização da atividade leiteira no município, gerenciamento de rebanhos e clínica de gestão de propriedades agrícolas. Nutrição, foco do Grupo 3, apresenta uma discussão sobre a formulação de rações e o planejamento forrageiro. O Grupo 4, voltado para a Sanidade dos Rebanhos, promove o manejo sanitário dos rebanhos, o manejo reprodutivo de vacas leiteiras e as práticas de casqueamento em vacas leiteiras. As normas, dimensionamento, montagem e uso de equipamentos de ordenha, bem como o uso e manutenção de tanques para refrigeração do leite, estarão em destaque no Grupo 5, Equipamentos. O Grupo 6 aborda a Qualidade Animal, discutindo a avaliação linear da conformação de vacas leiteiras e a avaliação da condição corporal de vacas e doenças metabólicas. O último grupo, focado nas estações de campo, apresenta os seguintes setores de conhecimento: produção de leite e o meio ambiente; criação da bezerra e da novilha; coleção de espécies forrageiras tropicais; coleção de espécies forrageiras temperadas; manejo de forrageiras temperadas submetidas a pastejo; práticas de ordenha mecanizada; e dinâmica de máquinas e equipamentos. Sobre o projeto O APL de Leite do Planalto do Rio Grande do Sul é impulsionado pelo Sebrae/RS por meio do programa Juntos para Competir, em parceria com a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); envolve 23 municípios do Conselho Regional de Desenvolvimento da Região da Produção (Corede Produção), e beneficia 320 micro e pequenas empresas. O projeto é o primeiro do Sebrae/RS específico para este segmento na localidade e está em andamento desde o início de 2009, com previsão de término para 2011. São apoiadores o governo do Estado, através do Corede Produção, prefeituras, escritórios da Emater e secretarias de Agricultura municipais. O evento A Agrotecno Leite surgiu da iniciativa de líderes e instituições voltadas para o fomento da cadeia produtiva do leite na região norte do Estado. Seu objetivo é proporcionar a discussão e orientação aos produtores, técnicos e estudantes, bem como apresentar as potencialidades desse setor em termos de novas tecnologias, e buscar melhores resultados econômicos.
Fonte: Página Rural

Brasil participa da Biofach Japão

De 07 a 09 de outubro, em Tóquio, acontecerá a Biofach Japão - maior feira de produtos orgânicos da Ásia, reunindo mais de 240 empresas de 24 países. O Brasil estará representado pelo Projeto Organics Brasil, desenvolvido em parceria pela Apex-Brasil e pelo IPD, com seis fabricantes de produtos certificados para exportação. Focadas em ampliar o crescente mercado asiático de produtos orgânicos, as empresas Florestas, MV Export, Copercana, Surya, Cia Orgânica e Natural Fashion estão entre as participantes do evento. Todas são empresas brasileiras, associadas ao Projeto Organics Brasil. A Natural Fashion, Cooperativa de Produção Têxtil de Algodão do Estado da Paraíba, investe no lançamento da coleção 2010 com roupas de algodão colorido naturalmente. Maysa Motta Gadelha, presidente do grupo Coopnatural, acredita que o mercado asiático pode ser uma opção interessante ao Brasil: "no Japão e nos outros países asiáticos o comércio de produtos orgânicos têm crescido bastante e investir nesses mercados, no momento pós-crise, pode ser uma boa oportunidade para os produtos brasileiros". Florestas, a marca da empresa de cosméticos da IKOVE, é primeira e única linha completa de produtos de beleza brasileiros a receber a certificação USDA, com o uso de ingredientes orgânicos e de comércio justo. Sua formulação está concentrada no uso de extratos de plantas, flores e óleos vegetais que nutrem, limpam e harmonizam a pele. A Cooperativa Agroindustrial de Cana de Nova Aurora (Coopercana) leva sua cachaça orgânica e divulga a implantação do processo de produção de suco de uva e maracujá no município de Nova Aurora - Paraná. A MV Export leva, pelo terceiro ano, artigos como própolis, mel com própolis, extrato de açaí, cachaça, geléias, palmito e sabão de própolis para serem distribuídos com marcas próprias locais. Além de sua linha completa de cosméticos para o público masculino, a Surya tem como novidade no estande brasileiro o lançamento do gel anti-séptico para mãos, feito com ingredientes vegetais orgânicos. O produto é eficaz no combate de germes, evitando doenças contagiosas. Protege, amacia e hidrata a pele, sem deixar viscosidade ou cheiro desagradável, o que o diferencia dos demais produtos do mercado. A Cia Orgânica leva o café biodinâmico de aroma intenso, que já é distribuído através de representante próprio local. O coordenador executivo do Projeto Organics Brasil, Ming Liu, destaca a importância de participar desta Feira: "O Brasil tem que fazer um trabalho intenso na sua atuação no mercado asiático, em especial o japonês, que importa cerca de 80% de seus alimentos, com cerca de 10% desse mercado já dedicado a produtos orgânicos. É um mercado de grande oportunidades para produtos in natura e industrializados, como os cosméticos e os têxteis, porem exige das empresas um trabalho de persistência e determinação para conquistar o consumidor final, que, na maioria das vezes, acaba sendo o distribuidor local. Um bom relacionamento e conhecimento local são estratégicos para o sucesso".
Fonte: Página Rural

Brasil dará apoio à pesquisa agropecuária do Egito

O Brasil pode ajudar o Egito a desenvolver novas tecnologias agrícolas. A perspectiva foi discutida, nesta quinta-feira (1º), entre o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, e a ministra egípcia de Cooperação Internacional, Faysza Abul Naga, que esteve em Brasília para avaliar possibilidades de cooperação entre os dois países.
“O Brasil tem mostrado claramente a intenção de ajudar países africanos. O Egito está nesta condição e acredito que é uma área que podemos explorar mais”, afirmou Stephanes. O melhor que o País pode fazer, segundo o ministro, é colocar tecnologias já desenvolvidas à disposição e, em seguida, promover trabalho conjunto entre os institutos de pesquisa das duas nações, como o intercâmbio de pesquisadores e técnicos.
De acordo com o diretor do Centro de Pesquisa Agrícola do Egito, Ayman Farid Abu Hadid, quatro produtos importantes para o país e bastante cultivados no Brasil refletem a necessidade dos africanos de desenvolver novas tecnologias na agricultura: algodão, cana-de-açúcar, batata e milho, produto amplamente importados pelos egípcios.
Abul Naga apresentou a Stephanes proposta de memorando de entendimento no setor agropecuário e fez convite oficial para que o ministro brasileiro conheça, in loco, a realidade do setor no Egito.

Unicamp cria bioquerosene para aviação a partir de óleos vegetais

Uma equipe da Faculdade de Engenharia Química (FEQ) da Unicamp desenvolveu a tecnologia de um novo processo de produção de bioquerosene a partir de óleos vegetais.
O produto poderá substituir com diversas vantagens o querosene usado como combustível de aviões.
Além de ser mais barata, essa alternativa energética é menos poluente, pois não é emissora de enxofre, de compostos nitrogenados, de hidrocarbonetos ou de materiais particulados.
Bioquerosene de aviação
A patente do processo já foi depositada. O próximo passo é o estudo da produção em escala industrial. Os pesquisadores pretendem repassar a tecnologia para empresas interessadas em produzir o bioquerosene de aviação.
O processo para a obtenção do bioquerosene é feito em duas etapas. Na primeira, depois de extraído da planta e refinado para a retirada de impurezas, o óleo vegetal é colocado em um reator, juntamente com o catalisador e uma quantidade predeterminada de etanol.
A quantidade de etanol utilizada no processo foi otimizada através de extensivos estudos e é um ponto importante do processo. "O papel do catalisador é acelerar a reação química e fazer com que ela ocorra em uma temperatura mais baixa", explica Rubens Maciel Filho, um dos responsáveis pela pesquisa.
Dentro do reator ocorrem as reações de transesterificação e ou esterificação, levando à formação do éster - o bioquerosene.
A segunda etapa é a mais importante, quando é feita a separação de todos os produtos da reação, ou seja, o isolamento do éster, do catalisador, da água e da glicerina. Reside aí a grande inovação do processo de produção do bioquerosene desenvolvido pela equipe de Maciel Filho.
O isolamento é feito em uma unidade de separação intensificada, em condições de temperatura e pressão que possibilitam a obtenção do bioquerosene de forma economicamente viável e que atende aos requisitos para o querosene de aviação estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Uso do etanol
O etanol foi o álcool escolhido pela equipe para o processo por ter baixa massa molar e ser um reagente não-agressivo e renovável. Ele reage com o ácido graxo, dando origem ao bioquerosene. Além disso, o processo gera como subprodutos a glicerina, água e o que sobra do etanol não consumido nas reações. Após a separação desses compostos indesejados, o óleo fica mais fino e com menor viscosidade.
A produção de um biocombustível a partir de óleos vegetais é bem conhecida. A inovação do novo processo é a qualidade específica e o uso do bioquereosene em aplicações aeronáuticas, dentro de padrões mais exigentes da indústria.
Outra novidade deste processo é o balanço preciso das diversas variáveis envolvidas nas reações químicas e também a purificação as quais resultam no bioquerosene com as propriedades desejadas. "Para se obter alta conversão de óleo vegetal em bioquerosene e maximizar a produção no menor tempo possível é preciso saber as quantidades exatas a serem usadas de cada componente da reação e definir as condições apropriadas de operação", explica Maciel Filho. "É preciso dosar com precisão a proporção de óleo vegetal, álcool e catalisador, além da temperatura mais adequada", acrescenta.
Certificação preliminar
Não existem, no Brasil, instituições que possam atestar se o produto obtido atende às especificações do querosene de aviação. "Contudo, os resultados das análises feitas na Unicamp e no IPT foram comparados com a Tabela de especificação do querosene de aviação da ANP", explicam os pesquisadores. "Ficou demonstrado que o bioquerosene possui características semelhantes às do querosene de aviação."
Embora haja uma série de pesquisas e diversos biocombustíveis sendo testados em várias partes do mundo, inclusive no Brasil, a equipe não identificou processo/produto similar ao desenvolvido. Apesar de ser comentada a existência de experimentos e realizações de testes fazendo uso de bioquerosene, não foi identificada patente na literatura técnica que fizesse uso do mesmo processo, comenta Maciel Filho. "Também não foi encontrado no mercado produto identificado como bioquerosene".
Aviões movidos a biocombustível
O professor da FEQ ressalta que pode não haver um produto exatamente igual, mas já existem companhias aéreas com aviões voando experimentalmente movidos a biocombustíveis. É o caso da americana Continental Airlines, que anunciou recentemente a realização do primeiro voo de demonstração, com o uso de biocombustível.
Assim, as pesquisas realizadas pelo grupo da Unicamp podem contribuir com o desenvolvimento de processos de produção viáveis para a obtenção de biocombustíveis para a aviação por propulsão a jato, um segmento importante nos transportes, estando no âmbito do empenho mundial na redução da emissão de poluentes, avaliam os pesquisadores.
Os biocombustíveis, como o bioquerosene, têm ainda outra vantagem em relação aos combustíveis tradicionais: eles são provenientes de fontes renováveis. "Além disso, sendo produzido a partir de fontes renováveis e obtidas no País, o bioquerosene poderá contribuir para a independência tecnológica nacional, além de agregar valor à matéria-prima", dizem os pesquisadores.

Fonte: Inovação Tecnológica

BNDES lança fundo de investimento em biotecnologia e nanotecnologia

O BNDES aprovou a criação de um fundo de investimentos em empresas emergentes voltado para investimentos em ativos dos setores de biotecnologia e nanotecnologia.
O novo fundo será criado no âmbito do Programa de Fundos de Investimento do BNDES, lançado em julho de 2008. A participação do Banco, via BNDESPAR, será de, no máximo, 25% do patrimônio comprometido do fundo.
As propostas dos gestores interessados nesse fundo deverão ser elaboradas segundo o roteiro de informações para seleção e enquadramento divulgado no site do BNDES e serão avaliadas conforme os critérios eliminatórios e classificatórios, detalhados no Programa de Fundos de Investimento do Banco, também descrito no site. As propostas deverão ser encaminhadas impreterivelmente até o dia 19 de outubro.

Biotecnologia e nanotecnologia
Segundo o banco, a escolha dos setores de biotecnologia e nanotecnologia para compor o novo fundo de capital de risco faz parte de uma estratégia para promover e acelerar as atividades de inovação em toda a matriz industrial brasileira.
Haverá mais duas chamadas para a composição de novos fundos, ainda em processo de seleção. O primeiro tem como foco os ativos florestais e o segundo o setor de petróleo e gás.
Atualmente, o BNDES participa de 31 fundos de investimento, com um patrimônio comprometido de aproximadamente R$ 8 bilhões e efeito alavancador de cerca de 4 vezes os recursos investidos pelo BNDES. Desde o início de sua atividade via fundos, o apoio do BNDES propiciou investimentos indiretos em mais de 150 empresas de diversos tamanhos e setores da economia brasileira.
Fonte: Inovação Tecnológica